Descolando Velcro – Uma semana de atividades de Resistência no Mês da Visibilidade Lésbica

Sejam todes bem vindes ao “DESCOLANDO VELCRO: Resistência no Mês da Visibilidade Lésbica”.

Dia 1 (TERÇA-FEIRA) 29/08/2017:

· Passeata Pela Visibilidade e Contra a Lesbofobia
Horário: A partir das 11h
Ponto de Encontro: Praça da Reitoria I

· Mesa de Debates Sobre Resistência e Visibilidade Lésbica
Horário: Das 19h às 22h
Local: Auditório do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFSC

PROGRAMAÇÃO da Mesa de Debates:
19h00 – Abertura

Sapatão: Desobedecendo à Norma.
Ministrante: Ca Butiá

A hetero-cis-norma da/na medicina: (re)pe(n)sado os corpos, as práticas e o (auto)cuidado à saúde
Ministrante: Ana/Alejandro Mujica

Sapatravestilidades: Corpos e Afetos Possíveis
Ministrante: Raíssa Éris Grimm

Maternidade Lésbica
Ministrante: Ana Amorim

Debatedora: Miriam Pillar Grossi

Este debate também possui o propósito de elaborar e aprovar uma Carta endereçada à Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Santa Catarina (SOGISC), com vistas da visibilidade lésbica no atendimento à saúde.

Dia 2 (QUARTA-FEIRA): 30/08/2017

· Piquenique/ Isoporzinho Sapatão
Tragam suas comidinnhas, seu isoporzinho, seus afetos e vivências para compartilharmos.
Horário: Das 10h às 13h30
Local: Praça da Reitoria I

· Oficina de Reparos e Reformas para a Autonomia da Mulher
Horário: Das 13h30 às 15h
Local: Praça da Reitoria I
Ministrada por Kika Santos, com a colaboração de mulheres que também queiram trocar experiências e transmitir conhecimentos em reparos domésticos como: troca de resistência de chuveiro, circuitos e instalações elétricas, marcenaria básica, parafusadeira, serras, e outros.

· Oficina de Auto Defesa para Mulheres
Horário: Das 16h às 18h
Local: Hall da Reitoria
Ministrada por Fernanda Tourinho, com a colaboração de mulheres que também queiram trocar experiências e transmitir conhecimento em auto-defesa. (vir com roupa para exercício físico)

Rua Cônego Serpa em Santo Antônio de Lisboa será ‘ocupada’ sábado (26/08)

“Ocupa a Cônego Serpa”, nome do movimento artístico-cultural marcado para este sábado (26.8), às 16 horas, no centro histórico de Santo Antônio de Lisboa.

Presença de artistas visuais, atores, escritores, músicos e produtores culturais em favor da liberdade de expressão e uso do espaço público.

O convite para o ato diz”: “Manifesto cultural em nome da música, da arte e uso compartilhado do centro histórico de Santo Antônio de Lisboa. Cultura não se mata, cultura preserva-se”.

 

Via Daqui na Rede

CARTA DE FUNDAÇÃO DA REDE DE DIREITOS HUMANOS PELO FIM DA VIOLÊNCIA E PELA CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

No dia 19 de agosto, movimentos sociais, coletivos, sindicatos e lideranças fundaram uma rede que visa discutir ações que amenizem as lacunas deixadas pela ausência do Estado e que promovam melhorias para a qualidade de vida das(os) moradoras(es) do Maciço do Morro da Cruz. Segue sua carta de fundação abaixo:

REDE DE DIREITOS HUMANOS PELO FIM DA VIOLÊNCIA E PELA CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

“Direitos Humanos não se pede de joelhos, exige-se de pé” (Dom Tomás Balduíno)

O número de jovens assassinados na periferia de Florianópolis, somente no primeiro semestre de 2017, ultrapassou 110 mortos. A violência nos morros e comunidades empobrecidas aumenta vertiginosamente na mesma proporção em que aumenta o ódio, o preconceito de gênero e racial, gerando o extermínio da juventude negra.

Em Florianópolis, frequentemente cidadãos têm suas casas invadidas pela polícia, com a destruição dos círculos familiares, dos bens materiais, e dos sonhos por uma vida digna. Para quem vivencia o luto, a perda de alguém representa a perda de um pilar que jamais será substituído por qualquer forma de compensação oferecida pelo Estado.
Enquanto a letalidade do Estado segue dizimando a população, nos meios de comunicação as mortes são tratadas com frieza, em tom de estatísticas ou de uma forma que evidencie a exclusão social para com os moradores dessas comunidades, numa tentativa banal de justificar tais mortes alegando um possível, e pressuposto, envolvimento com o tráfico, criminalizando esse setor da sociedade. Portanto, criminalizando a pobreza.

Em que pese existir um órgão para dar conta da apuração das mortes ocorridas, Florianópolis conta com apenas uma Delegacia de Homicídios, e somente um delegado para comandar as investigações dos crimes contra a vida. Dessa forma, a violência sofrida pelas famílias pobres é sempre colocada em segundo plano. Faltam medidas preventivas e inclusivas para diminuir esse Estado armado.

Estamos diante de centenas de famílias, e laços afetivos desfeitos, sem que o Estado assuma sua culpa em deixar de programar políticas públicas, como moradia, saúde, educação, cultura, lazer, formação profissional, emprego e renda, que possibilitem acabar com as causas de fundo, que contribuem para o aumento da violência.
Agravando a situação de emergência, centenas de pessoas não sabem como obter amparo nos casos de violência. Num clima de pânico generalizado, sofrem com a opressão estatal representada pelo poder de polícia. Igualmente, o Poder Executivo do Município se cala diante da violência, realizada contra seus cidadãos.

É diante desse quadro de guerra que lideranças comunitárias, representantes de diversas religiões, associações de moradores, advogadas (os) populares, vereadores, deputados estaduais e movimentos sociais estão construindo uma REDE DE DIREITOS HUMANOS PELO FIM DA VIOLÊNCIA E PELA CONSTRUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS, buscando conjuntamente denunciar os abusos do Estado, lutando pelo cumprimento dos direitos das comunidades e famílias de Florianópolis. Não se trata de apenas exigir direitos por direitos, mas de lutar para que se concretizem aquelas garantias que foram conquistadas somente no papel, assim como pela obtenção e afirmação de novos direitos que satisfaçam necessidades, legitimem o direito à cidade, para que todos, sem distinção de classe, raça e gênero, tenham acesso aos direitos que promovem uma cidadania plena.

Convidamos a todos e todas para integrarem e fortalecerem nosso movimento, assumindo também a luta pelos Direitos Humanos, a fim de ultrapassar as estruturas do aparelhamento estatal, excessivamente burocratizadas, sempre aquém do que é esperado pelo povo, perante a grave situação de violência social. Precisamos mudar essa realidade que as comunidades vêm enfrentando, desde o início de suas formações. Solidários e unidos em defesa e construção de direitos, Venceremos!

Constroem essa rede e assinam essa carta:

Lideranças Comunitárias do Maciço do Morro da Cruz
UFECO – União Florianopolitana das Entidades Comunitárias
RENAP/SC – Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares
Paróquia Nossa Senhora do Mont Serrat
Movimento Ponta do Coral 100% Pública
MMM – Marcha Mundial de Mulheres
Coletivo Advocacia Feminista Mulheril
Gabinete do Vereador Lino Peres
Gabinete do Deputado Estadual Dirceu Dresch
Brigadas Populares
Rede de Resistências e Lutas Populares
Núcleo de Direito da UNISUL
SINTE – Regional Florianópolis
SINJUSC
SINDSAUDE SC
CUT -Regional Florianópolis
Clinica de Reparação Psíquica NEMPsiC
Frente Brasil Popular Regional Florianópolis
IVG – Instituto Vilson Groh
MNU – Movimento Negro Unificado
Mesa de Ação Social de Diaconia da Igreja Presbiteriana Independente de Florianópolis

CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS — Movimento Nacional População Rua/Santa Catarina

CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS

Viemos acompanhando em nível nacional uma série de atrocidades quanto aos direitos das pessoas em situação de rua, manifestas por extermínio, encarceramento e repressão em massa. Ao mesmo tempo, estamos acompanhando uma série de desmontes nos equipamentos de Assistência Social e Saúde que trabalham com esta população. Na cidade de Florianópolis e região metropolitana não tem sido diferente.

Através de um programa chamo “Floripa Social” que diz ser um projeto de “solidariedade” temos acompanhado a repressão e a retirada de pertences das pessoas em situação de rua, como aconteceu na semana passada em São José. Nestas ações, que dizem contar com apoio da Assistência Social, por meio de uma única trabalhadora que é CC (cargo comissionado) da prefeitura, estão respaldando práticas higienistas ao invés de oferecer o conjunto de políticas públicas preconizado pela legislação.

Sem um único albergue municipal (apenas um ponto de apoio que abre quando a temperatura é menor do que 10 º, para que as pessoas não morram de frio), agora a prefeitura determinou que vai fechar o Centro Pop, serviço que atende pessoas em situação de rua durante o dia. A secretaria de Assistência Social, diz tratar-se apenas de um “reordenamento” e afirma que tem aval do MNPR para isso, o que é uma grande mentira. Por este motivo é que trazemos a tona os fatos:

1) O espaço do Centro Pop já tem sido utilizado aos fins de semana por grupos religiosos que já tem-se mostrado em desalinho com as politicas públicas de um Estado Laico. O que a Secretaria de Assistência Social diz é que a área do atual Centro Pop será de responsabilidade destes grupos de voluntários. Ou seja, ao invés de contratar funcionários públicos que tenham formação e perfil para o cargo, estão abrindo o espaço público para grupos que não devem atuar neste espaço.

2) Sabemos que o Centro Pop atual tem diversos problemas estruturais e somos os primeiros a denunciar que quem manda no Centro Pop é a guarda municipal, a qual, é responsável por diversas violências naquele espaço. Mais de um usuário já foi acordado com spray de pimenta na cara ao cochilar (sim, porque é proibido cochilar no centro pop, mesmo se a pessoa passou a noite na chuva sem dormir!). Alguns trabalhadores não tem perfil para atender pessoas em situação de rua, pois repetem os mesmos estigmas de que todos são violentos, usuários de drogas, ladrões, etc. Desta maneira, legitimam o poder da guarda dentro do serviço mesmo que esta prática fira por completo o regimento do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Somos a favor de um reordenamento, mas não somos a favor de deixar a Rua sem assistência e nem violentar trabalhadores.

3) O local em que querem botar o Centro Pop é um prédio de vários andares. Este lugar não atende as necessidades e o que é preconizado legalmente pelas orientações técnicas para o funcionamento de um Centro Pop, nem é de desejo das pessoas em situação de rua.

4) Por que é necessário fechar o Centro Pop antes de ter um novo lugar?

5) Qual a política de saúde mental para as pessoas que usam drogas em Florianópolis? Pelo que vemos a única via ofertada é a da internação em comunidades terapêuticas. Tem apenas um CAPS Ad (Centro de atenção psicossocial álcool e outras drogas), não tem CAPS AD III (que conta com leitos de desintoxicação e trabalha 24h atendendo crises, inclusive), não tem Equipes de Redução de Danos (que trabalham na rua, juntos aos locais em que as pessoas estão em uso e que não obriga a pessoa a ficar em abstinência), o consultório na rua está desmontado (nunca está na rua), a abordagem social de rua, mesmo que queira fazer seu trabalho, quase não tem lugar para encaminhar as pessoas que queiram tratamento ou abrigo.

6) As políticas de habitação, cultura, lazer e emprego específicas para pessoas em situação de rua simplesmente não existem! Assim como não existem políticas de acompanhamento para quem consegue sair da rua, o que facilita a volta para as ruas.

7) Não existe Restaurante Popular na cidade. Por isso, quem está na rua fica a mercê da boa vontade dos voluntários que distribuem comida e agasalhos. Não temos nada contra o trabalho dos voluntários, muito pelo contrário, mas estamos cansados de não ter nossos direitos assegurados pelas políticas públicas. Pois na hora de fazer campanha política eles não tem nojo de nós.

A RUA RESISTE! NADA SOBRE NÓS SEM NÓS!
NENHUM DIREITO A MENOS!
NÃO RETROCEDEREMOS!

MOVIMENTO NACIONAL DA POPULAÇÃO DE RUA FLORIPA, 21/08/2017

Assembleia Popular Sobre O Fechamento Do Centro Pop Floripa (23/08)

Convidamos a todxs para participar de uma Assembleia Popular no coreto da Praça XV a fim de conversarmos sobre o fechamento do Centro Pop e sobre a Força Tarefa higienista que tem sido feita na região de Florianópolis.

Tais ações tem violentado os direitos das pessoas em situação de rua que já são historicamente excluídas das políticas públicas e do acesso a itens básicos à vida digna como moradia, emprego, educação, alimentação de qualidade, saúde pública, cultura e lazer.

Evento: https://www.facebook.com/events/1963698490578097

Okupa Sapatão 18/08

Junto com o mês da visibilidade lésbica o isoporzinho ataca novamente!!! Bora sapatonas convictas vem esfregar o cu no chão do asfalto e comemorar com muita luta, resistência e alegria nossas vidas.

Dia 18/08, sexta-feira, a partir das 18 horas vamos nos reunir ali pelo Largo da Alfândega (ou no terminal velho em caso de chuva), levem isoporzinhos, músicas que vocês querem ouvir, roupas para brechó, poemas, performances e muito fogo no cu! COM O PALCO ABERTO pensamos que a ideia de um sarau é importante nesse momento de luta e visibilidade pras nossas corpas! vem poemar, vem juntar, vem causar

A xoke, mostra independente de arte de guerra, vai colar junto na sua movimentação pela causa e pré-xoke com cachacinhas e comidinhas a preços bem fanxinhos!

Ao longo da semana manas e movimentos vão postar que vão colar pra somar no rolê e construir juntes! Postem músicas e iniciativas pra somar tb!!!!

***Na iniciativa aliada ao Mês da visibilidade lésbica surgiu a pira de construir um movimento, principalmente TLB, de construir um coletivo autonomo e autogestionado que se articulasse politicamente em Florianópolis frente a essas questões e a tantas violências que passamos diariamente. Sem frente centralizadora, sem partido, sem rosto; frente autônoma de pessoas transsexuais, lésbicas e bissexuais

PROGRAMAÇÃO {aberta a sugestões!}

18h – Sapatão no violão
Quem quiser e puder, leva sua viola pra gente ir aquecendo!

19h – “Sapatão abra seu coração” – roda de conversa sobre visibilidade lésbica, vivências e enfrentamentos das infinitas possibilidades de se ser sapatão ♥

20h – Sarau do Brejo: Palco aberto pra quem quiser!
Traga aqueles seus rascunhos de poesia que tão na gaveta, aquela inquietação que você quer compartilhar, sua voz, seu corpo!

21:30h – Bora sacudir as pochete com as playlists das maravilhosas:
> Zalui
> Carole Crespa
> Raíssa Éris Grimm
> Alê Peixoto + Lê Bafão

Se joga sapatão, bora ocupar! 😍

******Lembrem de trazer copos pra beber as catuaba, as cachacinha, as cerveja! Não vai rolar copo de plástico.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/522602728074515/?active_tab=about

Organizado por XØKE :: Mostra independente de arte de guerra

Manifestação na Aldeia Morro dos Cavalos, Palhoça- SC. No dia 16 de agosto na BR 101- km 233


O STF não pode legitimar o genocídio e as violações cometidas contra os povos indígenas no último século. Participe desta luta e diga você também: #MarcoTemporalNão.
A história dos povos indígenas não começou em 1988 e não pode ser interrompida!

No dia 16 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará três ações que podem ser decisivas para os povos indígenas no Brasil.

Junte-se, apoie essa causa, pois é sua também.

APOIADORES, ENTRAR EM CONTATO COM A ALDEIA. RECEBEREMOS VOCÊS…

Dia 16 de agosto na BR 101- km 233

Para saber mais sobre o Marco Temporal,
Acesse o link https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/nossa-historia-nao-comeca-em-1988-marco-temporal-nao

Encontro de APOIADORES e APOIADORAS da Terra Indígena Morro dos Cavalos (12/08)

A Terra indígena de Morro dos Cavalos aguarda há mais de vinte anos pelo seu pleno reconhecimento e homologação. Hoje, com os fortes retrocessos políticos que vivemos e com o avanço do capital sobre as terras e territórios da maioria da população, a situação dos companheiros Guarani tem ficado cada vez pior. Apesar disto, a luta pela terra tradicionalmente ocupada, situada no município de Palhoça, tem seguido em frente, com a retomada de uma nova área, a aldeia Yakã Porã, liderada pela cacique Eli Karai.


Todavia, a reação anti-indígena, liderada por vereadores e empresários, tem crescido no dia a dia dos Guarani, com ameaças diretas, manifestações públicas “anti-indígena”, e agora, uma audiência pública” na Enseada do Brito,proposta por um vereador do DEM, colocando em pauta mais uma vez a legitimidade da luta pela Homologação e visando desestabilizar a resistência e a luta pacifica dos Guarani. Estas ações estão articuladas com os mesmos setores que a nível nacional criaram a CPI da FUNAI e INCRA, a PEC 215, a Portaria 303 da AGU entre outras, ancoradas na tese do “marco temporal”, e outras ideias inconsistentes. Estas, apesar de falaciosas, tem encontrado defensores no legislativo, executivo e judiciário, e se traduzido na criminalização de lideres indígenas, antropólogos, indigenistas e no crescimento da insegurança e da violência entre os povos indígenas do Brasil inteiro.

Neste contexto, consideramos urgente juntar esforços e organizar uma firme rede de apoio aos Guarani. Para isto, convidamos todos e todas para um Encontro no próximo sábado:

Dia: 12 de agosto
Horario: 10 horas
Local: Centro de Formação Taetandy Rupa, situado no bairro Maciambu Pequeno, em Palhoça.

Como chegar: Após a escola e aldeia ITATY, situada ao lado esquerdo da BR 101, no kilometro 235 (sentido Fpolis- Paulo Lopes), há uma estrada a direita, para o Bairro Maciambu pequeno. O centro fica na estrada geral do Maciambu Pequeno, há uns 300 metro da BR, na primeira casa à esquerda.

Pretendemos organizar saídas coletivas/caronas, com saída prevista para as 9 horas (saída da UFSC) ou centro (Praça da Alfândega) 9:15.

A Marcha Mundos de Mulheres por Direitos, que vai acontecer no dia 2 de agosto de 2017, em Florianópolis

Marcha Mundos de Mulheres por Direitos é o momento mais esperado do 13º
Mundos de Mulheres e Fazendo Gênero 11

A Marcha Mundos de Mulheres por Direitos, que vai acontecer no dia 2 de
agosto de 2017, em Florianópolis/SC, é dos momentos mais esperados da
edição brasileira do Congresso Mundos de Mulheres, que ocorre juntamente
com o Seminário Internacional Fazendo Gênero 11, na Universidade Federal de
Santa Catarina (UFSC). Com concentração às 16 horas no Terminal Integrado
do Centro (TICEN), a organização prevê que mais de 8 mil pessoas do mundo
todo participem da manifestação.

Há algumas semanas, diversos movimentos sociais do Brasil e de várias
partes do mundo constroem coletivamente esse momento. Os preparativos,
durante o 13º MM/FG 11, ocorrem na Tenda Mundos de Mulheres, que está
localizada na Praça da Cidadania, na UFSC, em frente ao prédio da Reitoria.

De acordo com a coordenadora da Comissão de Movimentos Sociais do 13º MM/FG
11, Vera Gasparetto, integrantes de vários movimentos e coletivos estão
trabalhando dia e noite para a construção da Marcha e, também, da Carta
Mundos de Mulheres, que será um documento oficial construído pelos
movimentos presentes no evento.

A manifestação pretende ser um espaço de luta que integre experiências e
reivindicações de pessoas do mundo todo: mulheres negras, indígenas,
quilombolas, agricultoras, residentes do campo e da cidade, trabalhadoras
do sexo, pessoas trans e não-binárias, mulheres lésbicas, bissexuais,
estudantes, trabalhadoras informais, imigrantes, acadêmicas, de várias
partes do mundo. Para representar essa luta conjunta, um manifesto foi
escrito coletivamente e será lançado e aprovado pelas pessoas presentes na
Marcha.

Transporte da UFSC para o TICEN (Centro)

A prefeitura de Florianópolis informou que deve colocar alguns ônibus
extras na tarde desta quarta, para atender à demanda das pessoas que irão
para a Marcha Mundos de Mulheres por Direitos. As linhas que fazem o
trajeto UFSC-TICEN são: UFSC Semidireto (saída do ponto da Biblioteca
Universitária) e Volta ao Morro Carvoeira e Pantanal (que saem dos pontos
dos entornos da UFSC, referentes aos dois bairros).

Tendas Mundos de Mulheres e Feminista e Solidária

Durante todo o evento, ocorre uma ampla programação na Tenda Mundos de
Mulheres, que é o espaço central dos movimentos de mulheres e feministas.
Confira, clicando aqui
<http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/download/download?ID_DOWNLOAD=63>. Além
desta, a Tenda Feminista e Solidária também recebe movimentos sociais com a
comercialização solidária de seus produtos.

Serviço:

O quê: Marcha Mundos de Mulheres por Direitos
Quando: 02 de agosto de 2017 às 16h

Onde: TICEN – concentração
Página no Facebook: https://www.facebook.com/events/1942552779313733/
Organização coletiva do 13º Congresso Mundos de Mulheres e Seminário
Internacional Fazendo Gênero 11 com diversos coletivos e movimentos sociais
Site do evento: http://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/site/capa
E-mail da Assessoria de Comunicação: comunicacao.wwc2017@gmail.com

[Catarinas] Um dos maiores eventos feministas do mundo vai reunir 8 mil em Florianópolis

“Pela primeira vez, o Congresso Mundos de Mulheres (MM) será realizado na América do Sul. Integrada ao 11º Seminário Internacional Fazendo Gênero (FG), a 13ª edição acontece de 30 de julho e 4 de agosto, em várias partes do campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Mais de 8 mil mulheres de todos os continentes estão inscritas. Fóruns, conferências, minicursos, apresentações artísticas e marcha compõem a programação que deve movimentar a cidade nesses seis dias. Um aplicativo está sendo desenvolvido especialmente para dar mais dinamismo às informações e facilitar o contato entre participantes. A tecnologia será acessível também para cegos.”

Mais em: http://catarinas.info/um-dos-maiores-eventos-feministas-do-mundo-vai-reunir-8-mil-em-florianopolis/